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Raul Gouveia Advogados Defesa do Motorista
Direito Bancário

Golpe do Pix e fraudes bancárias

Caiu no golpe do Pix e o banco disse que a culpa foi sua?

Você transferiu acreditando que era verdade, percebeu tarde demais e ouviu do banco que nada podia ser feito. Essa é a posição do banco, não uma decisão definitiva. Existe caminho para discutir.

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Atendimento de qualquer estado, sem você sair de casa.

Envie os dados do seu caso

Preencha e o WhatsApp abre com a sua mensagem já pronta.

Não envie documentos por aqui. Seus dados são usados apenas para o contato sobre este caso e não ficam gravados no site.

Antes de tudo

Você não foi descuidado. Você foi enganado.

Os golpes de hoje são profissionais. Copiam o site do banco, clonam o número de telefone, usam o nome do gerente certo e criam pressa para você não ter tempo de desconfiar.

Foram desenhados para funcionar com gente atenta. A vergonha que você está sentindo é o efeito mais comum e o mais caro, porque faz a pessoa demorar a procurar ajuda.

Tipos de fraude atendidos

Os casos que mais chegam ao escritório

  • Falsa compra ou falso leilão de veículo. Você pagou por um carro anunciado com preço convincente e o veículo nunca existiu.
  • Golpe da falsa central de atendimento. Ligaram avisando de movimentação suspeita e conduziram você, passo a passo, a transferir o próprio dinheiro.
  • Falso investimento. A promessa de rendimento sólido virou dinheiro que sumiu.
  • Conta invadida. Movimentaram a sua conta sem que você tocasse em nada.
  • Empréstimo contratado por fraude. Apareceu uma dívida no seu nome, com parcela descontada todo mês.
  • Transferências não reconhecidas. Saíram valores da conta que você não autorizou e o banco não devolve.
  • Golpe do falso boleto ou da falsa chave Pix. Você pagou o que achou ser a conta certa e o dinheiro foi para outra pessoa.

Meu caso é parecido

O ponto central

Por que o "você autorizou" não encerra a discussão

Quando o atendimento responde que a operação foi autorizada pelo cliente, ele olha para uma coisa só: o comando saiu do seu aparelho, com a sua senha. Do ponto de vista do sistema, foi uma transação normal.

A discussão jurídica é mais ampla. Ela envolve como o golpista chegou até você, se aquela movimentação fugia do seu padrão habitual, o que ficou registrado nos sistemas, o que você fez ao perceber e o que a instituição fez depois de ser avisada.

Nada disso é analisado numa ligação de atendimento. É analisado caso a caso, e é por isso que histórias parecidas podem ter desfechos diferentes.

Ninguém pode dizer o que vai acontecer no seu caso antes de olhar para ele. Mas também ninguém deveria dizer que não há nada a fazer sem ter olhado.

Como funciona

As etapas da análise do seu caso

  1. Você conta o que aconteceu Pelo WhatsApp ou pelo formulário, com as suas palavras, sem termos técnicos.
  2. Reunimos o que existe registrado Protocolos do banco, boletim de ocorrência, comprovantes e conversas.
  3. Análise do caso O que aconteceu antes e depois da transferência, e o que a instituição fez quando foi avisada.
  4. Resposta honesta Você recebe a leitura do caso, inclusive quando o cenário é ruim. Nada de promessa de resultado.
  5. Se fizer sentido, o escritório atua Com estratégia individual e acompanhamento durante todo o processo.

Começar pela análise

Prepare o que tiver

Documentos que costumam ser necessários

Não precisa ter tudo para conversar. Traga o que estiver à mão, e guarde o resto sem apagar nada.

  • O comprovante da transferência ou do Pix realizado.
  • O extrato bancário do período.
  • As conversas com o golpista, por WhatsApp, e-mail, SMS ou rede social.
  • O anúncio, o site ou o link que deu origem ao contato.
  • O número de protocolo da reclamação feita no banco.
  • A resposta que o banco enviou, se houver.
  • O boletim de ocorrência, inclusive o feito por delegacia eletrônica.
  • Documento de identidade e comprovante de endereço.

Não envie documentos pelo formulário. Na conversa o escritório orienta a forma segura de enviar.

Quem responde por este trabalho

Raul Gouveia Advogados

Escritório de advocacia regularmente inscrito na Ordem dos Advogados do Brasil, com sede própria em Santo André, São Paulo, e atuação concentrada em dois pilares: Defesa do Motorista e Direito Bancário.

  • Advogado responsável: Dr. Raul Gouveia, OAB/SP 438.662.
  • Sede: Rua Cel. Abílio Soares, 573, Vila Assunção, Santo André/SP.
  • Atendimento: segunda a sexta, das 9h às 18h, presencial ou digital.
  • Alcance: clientes de todo o Brasil, sem necessidade de deslocamento.
  • Áreas de atuação: defesa da CNH, processos administrativos de trânsito, busca e apreensão de veículos, revisão de financiamento e fraudes bancárias.

Conhecer a equipe do escritório

Como trabalhamos

O que você pode esperar do escritório

Estratégia individual para cada caso

Nada de peça padrão. Sua situação é lida por inteiro antes de qualquer decisão sobre o caminho a seguir.

Acompanhamento estruturado

Você sabe em que pé está o seu caso. O contato não termina no dia da contratação.

Atendimento de qualquer estado

Escritório em Santo André/SP, com atendimento digital para todo o Brasil.

Dúvidas frequentes

O que as pessoas mais perguntam

Eu mesmo fiz o Pix. Isso não acaba com a discussão?

Não necessariamente. O fato de o comando ter partido de você é um dos elementos analisados, não o único. O contexto em que isso aconteceu também entra na conta.

O que é o MED?

MED é o Mecanismo Especial de Devolução, criado pelo Banco Central para casos de fraude no Pix. Você comunica a fraude ao seu banco e ele aciona o banco que recebeu o dinheiro para tentar bloquear e devolver o valor. Depende de o dinheiro ainda estar na conta do golpista e tem prazo curto, por isso a pressa faz diferença.

O MED foi negado. Acabou?

Não. São coisas separadas. O MED é um procedimento entre bancos. A discussão sobre a responsabilidade de cada um pelo que aconteceu é outra, e continua existindo depois da negativa.

Já faz alguns meses. Ainda dá tempo?

Depende. Alguns caminhos têm prazos curtos e se fecham, outros duram mais. Além disso, quanto mais o tempo passa, mais difícil fica reunir o que aconteceu. A resposta honesta é que pode ser que ainda dê, e a única forma de saber é alguém olhar.

Preciso ter feito boletim de ocorrência?

O registro ajuda bastante, mas a ausência dele não impede automaticamente a análise. Traga o que você tiver e o resto se avalia na conversa.

Vocês garantem que eu recebo o dinheiro de volta?

Não. Nenhum advogado pode garantir resultado, e desconfie de quem garantir. O que é possível fazer é analisar o seu caso com seriedade e dizer se existe caminho para discutir a questão.

Moro em outro estado. Vocês atendem?

Sim. O escritório fica em Santo André, São Paulo, e o atendimento é digital para todo o Brasil. Você não precisa se deslocar.

Solicite uma análise do seu caso

Conte o que aconteceu com você. A partir do seu relato é possível dizer se existe um caminho jurídico para a sua situação e qual seria o próximo passo.

Fale com nossa equipe

Segunda a sexta, das 9h às 18h.